segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Vida simples


"Acredito piamente na vida simples, livre de certas mordomias e de estúpidos luxos. Considero o fetiche das grifes uma degenerescência do ser humano. Abomino certas veleidades da mulherada, que é capaz de torrar milhões para ficar 'um pouquinho' mais bonita. Também acho que amor, carinho e respeito não se compram com presentes caros. Nunca compensei as horas em que ficava fora trabalhando trazendo presentes para meu filho. Quando voltava para casa, lhe oferecia amor e dedicação totais. Até hoje, os únicos presentes que ele me pede são livros, viagens e aulas de violão, coisas que estão na minha lista de necessidades essenciais."

Claudia Giudice. A vida sem crachá. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2015, p. 92

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